Confesso agradecer hoje aquela cena que me assistia nos longínquos anos 50 de, em voz alta, ter que repetir a tabuada vezes sem fim.
Fosse sentado naquelas carteiras rudes de madeira maciça no externato Nuno Alvares na Praça João do Rio, ali mesmo ao pé de casa, ou então obrigado a cantar aquela horrorosa ladainha em frente da família e amigos, como se tratasse dum teatrinho para animar o ambiente, sem TV, sem computadores ou iphone, era pior que a tortura chinesa.
Oh-lá-lá, se nesse tempo houvesse esses prodígios da tecnologia do entretenimento seguramente teriam-me salvo de protagonizar o bobinho da festa durante essas infindáveis e traumatizantes reuniões caseiras! Sentia o meu ego definhar-se como fumo, não fosse alguma compensação mais ou menos ultrapassada pelo grande gosto por essa ciência, os números, ou melhor ainda, ganhar mais umas tantas carteirinhas de cromos das “Raças Humanas” que coleccionava arduamente.
Hoje terei a humildade em concluir que qualquer modulo importante da matéria não estaria incluído no programa educativo de então, nem depois durante os longos anos de pestanear em contas e mais contas como se não houvesse dia seguinte, modulo esse que se chamará hoje, talvez, o marketing da tabuada!!! Então não é que lá do alto da sua completa displicência e falta de honestidade, aquele coelho arrotante ( de arroto mesmo… ) que tem escapado das múltiplas morteiradas na época de caça nem tão pouco ter sido atacado pela DHV ou mixomatose, ou por outra doença qualquer que exterminasse esta casta de novo-politico para vir agora obrigar-me a raciocinar no tal “marketing da tabuada”?
Fosse sentado naquelas carteiras rudes de madeira maciça no externato Nuno Alvares na Praça João do Rio, ali mesmo ao pé de casa, ou então obrigado a cantar aquela horrorosa ladainha em frente da família e amigos, como se tratasse dum teatrinho para animar o ambiente, sem TV, sem computadores ou iphone, era pior que a tortura chinesa.
Oh-lá-lá, se nesse tempo houvesse esses prodígios da tecnologia do entretenimento seguramente teriam-me salvo de protagonizar o bobinho da festa durante essas infindáveis e traumatizantes reuniões caseiras! Sentia o meu ego definhar-se como fumo, não fosse alguma compensação mais ou menos ultrapassada pelo grande gosto por essa ciência, os números, ou melhor ainda, ganhar mais umas tantas carteirinhas de cromos das “Raças Humanas” que coleccionava arduamente.
Hoje terei a humildade em concluir que qualquer modulo importante da matéria não estaria incluído no programa educativo de então, nem depois durante os longos anos de pestanear em contas e mais contas como se não houvesse dia seguinte, modulo esse que se chamará hoje, talvez, o marketing da tabuada!!! Então não é que lá do alto da sua completa displicência e falta de honestidade, aquele coelho arrotante ( de arroto mesmo… ) que tem escapado das múltiplas morteiradas na época de caça nem tão pouco ter sido atacado pela DHV ou mixomatose, ou por outra doença qualquer que exterminasse esta casta de novo-politico para vir agora obrigar-me a raciocinar no tal “marketing da tabuada”?





























